Sertãozinho é 3ª região do estado com mais contratações industriais em abril - CIESP

Sertãozinho é 3ª região do estado com mais contratações industriais em abril

A Diretoria Regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) em Sertãozinho, composta por sete municípios, registrou alta de 6,17% no índice de emprego industrial de abril.

A região foi a 3ª colocada entre 36 áreas do estado avaliadas pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) do Ciesp, com 1.900 novos postos de trabalho criados pelo setor produtivo local – atrás somente de Jaú (21,23%), que gerou 6.000 vagas, e Rio Claro (9,9%), com 5.100 postos.

As contratações foram puxadas pela atividade sucroacooleira, dividida nos setores Produtos Alimentícios (12,33%) e Coque, Petróleo e Biocombustíveis (21,20%). Resultado melhor foi impedido por demissões efetuadas pelos segmentos de Máquinas e Equipamentos (-5,56%) e Produtos de Metal (-3,18%). Na comparação com abril de 2008, no entanto, o resultado foi inferior ao verificado naquele mês (12,75%).

Em 2009, a região acumula saldo positivo (10,36%), com a geração de 3.100 vagas. Na soma dos 12 últimos meses, o índice regional apresenta redução (-12,11%) de 3.700 postos de trabalho industrial.

Franca, onde o Ciesp atende a 19 municípios, também teve variação positiva no índice de abril (4,78%). Foram criadas 1.600 novas vagas pelo setor produtivo regional.

A alta também foi influenciada pelo segmento sucroalcooleiro: Produtos Alimentícios (15,91%), Coque, Petróleo e Biocombustíveis (6,24%). Seguido pelo tradicional ramo de Couro, Calçados e Artigos para Viagem (0,95%). Desempenho melhor foi impedido por demissões realizadas em Produtos de Borracha e Plástico (-1,40%).


Em relação a abril de 2008, o quadro atual está piorado. Naquele mês o índice foi positivo (4,28%). Em 2009, a região pontua elevação (2,73%) no nível de emprego industrial, com acréscimo de 900 vagas. Já no acumulado dos últimos 12 meses, a variação é negativa (-13,86%), com corte de 4.700 postos de trabalho na indústria.

Mariana Ribeiro e Nivaldo Souza, Agência Ciesp de Notícias