Para crescer, país precisa derrubar a burocracia, afirma Paulo Skaf em entrevista a rádio do interior - CIESP

Para crescer, país precisa derrubar a burocracia, afirma Paulo Skaf em entrevista a rádio do interior

Presidente do Ciesp e da Fiesp participou do programa Jornal da Cidade, da rádio Morada do Sol

O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, foi o convidado da edição da manhã de sexta-feira (09/08) do programa Jornal da Cidade, transmitido pela rádio Morada do Sol – líder de audiência em Araraquara (SP) e região.Respondendo a perguntas do jornalista José Carlos Magdalena, Skaf falou sobre os investimentos da indústria em educação, a qualidade dos serviços públicos e a necessidade de dar fim à burocracia no Brasil para que o país possa crescer.

Ouça a entrevista: 
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“O que nós precisamos fazer é desburocratizar, simplificar a vida de quem quer produzir, de quem trabalha, fazer com que a vida das pessoas seja mais fácil. É muita burocracia, é muita regra, é muita exigência, é muita complicação”, assinalou, destacando a necessidade de o país retomar o crescimento para proporcionar oportunidades aos milhares de jovens que a cada ano ingressam no mercado de trabalho.Skaf destacou a série de inaugurações de novas escolas do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e da entrega de unidades em perfeito funcionamento.“Mais do que prédio novo, dentro dessas escolas tem professores estimulados, tem alunos aprendendo, praticando esporte, tendo atividades culturais e se alimentando bem. E aí, sim, formando bons cidadãos do futuro.”

Skaf falou sobre temas como a importância de recuperação da competitividade do país, a aprovação da MP dos Portos e lutas bem sucedidas da Fiesp como a redução das tarifas de energia e a sanção presidencial ao projeto de lei que desonera os impostos federais dos produtos da cesta básica.

“Algumas coisas boas já aconteceram, mas (…) nós temos que lutar para que a gente consiga muitas outras coisas no sentido de baratear, de recuperar a competitividade do Brasil, e, com isso, nós vamos ter melhores condições de ter crescimentos maiores e, com crescimento, geração de oportunidades e empregos, que é o que mais interessa ao país.”

A entrevista pode ser ouvida em duas partes: Parte 1 | Parte 2